Engraçado, mais todos os dias quando acordo tenho a impressão que me falta alguma coisa, olho ao lado aparentemente tudo continua no lugar, olho as gavetas continuam intacta, mais essa impressão de que falta alguma coisa é tão constante tão presente e tão certa, que sei que me falta alguma coisa, mais o que será?
Passo horas e horas observando, olhando tudo que me parece incomum pra achar pistas sobre a tal falta que me impressiona, mais tudo parece ser em vão... Talvez essa falta que tanto me machuca seja a falta de mim mesma, a minha falta de aceitação, a minha falta de amor próprio, a minha falta de carinho comigo mesma...
Essa sensação de falta e de perda, que me causa uma dor, que consome as vezes a minha paz, a minha tranqüilidade que me causa desanimo e tristeza ao mesmo tempo que me leva a não compreender os meus sentidos as minhas duvidas, tudo se torna tão confuso tão diferente, tão estranho que chego a querer desistir de mim, dessa vida com tantas faltas e tantas confusões..
Além de querer entender essas faltas, queria me entender, queria ter paz na minha alma, no meu coração na minha vida...
É tudo tão sem sentindo claro, objetivo que nem mesmo sei explicar cada significação cada parte de mim....
sábado, 26 de janeiro de 2008
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Será possível morrer de amor?
Desde quando me entendo por “gente” sempre escuto comentários sobre o morrer de amor, sempre me indaguei se isso seria possível. Mas e os romances de Shakespeare, o qual sempre ouvia falar do casal apaixonado que morreu por amo... Na era da comunicação, onde em todo e qualquer momento poderemos encontrar a pessoa da nossa vida, também pode ser a era das desilusões dos amores não correspondidos, das traições, medos, duvidas. Amar, confiar se entregar está cada vez mais difícil, e aquele romantismo que sempre vemos em novelas de épocas, em filmes parece que desapareceu com um passe de mágica.
Mas a duvida é, será possível morrer de amor?
O que mata não é amor, são as conseqüências desse amor ( mais isso é obvio), o que mata, a insegurança, o medo de perder, a duvida, a rejeição a falta de amor próprio a baixa estima, a solidão. O que mata é está cercada de pessoas e sentir a dor de está sozinha, é querer dar e receber carinho sem ter a pessoa a qual queremos tanto compartilhar...
Há o amor...
Como diz a frase ( O amor é ferida que dói e não se sente).
Talvez por isso a duvida, podemos ou não morrer de amor?
Mas a duvida é, será possível morrer de amor?
O que mata não é amor, são as conseqüências desse amor ( mais isso é obvio), o que mata, a insegurança, o medo de perder, a duvida, a rejeição a falta de amor próprio a baixa estima, a solidão. O que mata é está cercada de pessoas e sentir a dor de está sozinha, é querer dar e receber carinho sem ter a pessoa a qual queremos tanto compartilhar...
Há o amor...
Como diz a frase ( O amor é ferida que dói e não se sente).
Talvez por isso a duvida, podemos ou não morrer de amor?
sábado, 5 de janeiro de 2008
Um novo ciclo...
No meio a tanta confusão deixei esse cantinho um pouco de lado, os pensamentos fluem, as duvidas aparecem, se vão alguns medos e novos surgem, na verdade a grande questão e entender quem realmente sou o que realmente pretendo dessa minha vida...
As alegrias passageiras já não fazem sentindo, preciso de algo sólido, preciso de força pra pisar na cabeça da serpente que a todo o momento tenta tirar minha atenção do foco principal de minha existência.
Novo ciclo, novas oportunidades, uma nova chance pra ser feliz... Não posso fazer dessa oportunidade o que fiz com as outras chances, tenho que fazer tudo novo... Mais do que ajuda, preciso de coragem e paciência. Tenho que olhar além do que meus olhos possam ver, tenho que jogar fora esse coração e cultivar um coração novo...
Ano novos planos... Força renovada, comodismo de lado e vamos à luta.
Quando esse novo ciclo chegar ao fim... Quero ter alcançado todos os planos e metas impostas nesse inicio, e se não conseguir-los pelo menos tenho sentindo o gostinho de ter tentado...
As alegrias passageiras já não fazem sentindo, preciso de algo sólido, preciso de força pra pisar na cabeça da serpente que a todo o momento tenta tirar minha atenção do foco principal de minha existência.
Novo ciclo, novas oportunidades, uma nova chance pra ser feliz... Não posso fazer dessa oportunidade o que fiz com as outras chances, tenho que fazer tudo novo... Mais do que ajuda, preciso de coragem e paciência. Tenho que olhar além do que meus olhos possam ver, tenho que jogar fora esse coração e cultivar um coração novo...
Ano novos planos... Força renovada, comodismo de lado e vamos à luta.
Quando esse novo ciclo chegar ao fim... Quero ter alcançado todos os planos e metas impostas nesse inicio, e se não conseguir-los pelo menos tenho sentindo o gostinho de ter tentado...
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