Desde quando me entendo por “gente” sempre escuto comentários sobre o morrer de amor, sempre me indaguei se isso seria possível. Mas e os romances de Shakespeare, o qual sempre ouvia falar do casal apaixonado que morreu por amo... Na era da comunicação, onde em todo e qualquer momento poderemos encontrar a pessoa da nossa vida, também pode ser a era das desilusões dos amores não correspondidos, das traições, medos, duvidas. Amar, confiar se entregar está cada vez mais difícil, e aquele romantismo que sempre vemos em novelas de épocas, em filmes parece que desapareceu com um passe de mágica.
Mas a duvida é, será possível morrer de amor?
O que mata não é amor, são as conseqüências desse amor ( mais isso é obvio), o que mata, a insegurança, o medo de perder, a duvida, a rejeição a falta de amor próprio a baixa estima, a solidão. O que mata é está cercada de pessoas e sentir a dor de está sozinha, é querer dar e receber carinho sem ter a pessoa a qual queremos tanto compartilhar...
Há o amor...
Como diz a frase ( O amor é ferida que dói e não se sente).
Talvez por isso a duvida, podemos ou não morrer de amor?
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
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