domingo, 8 de junho de 2008

Recomeçando....

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Se eu pudesse agarrar um arco-íris, eu o pegaria só para você...
E compartilharia com você a sua beleza, nos dias em que você se sentisse triste.

Se eu pudesse... Eu lhe comprava um castelo e compartilharia contigo a sua beleza e a sua imponência.

Se eu pudesse oferecia-te uma montanha, que pudesses considerar como só sua.
Um lugar onde se encontra calma, um lugar onde se esta em paz
Um lugar para encontrar serenidade.

Se eu pudesse ficar com todos os teus problemas.
Eu os jogaria ao mar.

Mais todas essas coisas em que estou pensando são impossíveis para mim.
Eu não posso agarrar um belo arco-íris, ou dar-te um castelo, eu não posso oferecer-te uma montanha e nem ficar com seus problemas. Mais me deixe ser apenas o que sei ser de melhor, uma amiga que estará sempre por perto quando precisar de mim. É só me chamar...

sábado, 19 de abril de 2008

".... Grandes meninas, pequenas mulheres..."

Andando entre prateleiras e mais prateleiras de filmes na locadora, deparei-me com um que já me tinha sido indicado por uma amiga, dizia ele que eu iria adorar. Como não estava muito a fim de perder tempo, e só buscava um filminho pra passar o tempo, resolvi seguir a sugestão, levei o tal filme.

Grande Menina, Pequena Mulher, Molly Gunn super popular no cenário social de Nova York. Ela é a exuberante filha de um falecido e lendário astro do rock e está no topo da lista VIP da cidade: os estilistas querem desenhar suas roupas, os rapazes querem sair com ela e sua festa de aniversário tem os convites disputados. Sua vida é uma festa o tempo todo. Porém, quando sua herança é roubada pelo contador, tudo isso acaba e Molly é forçada, pela primeira vez, a arrumar um emprego. Ajudada pela melhor amiga Ingrid pelo caçador de talentos Huey, Molly arruma em emprego como babá da filha de uma poderosa executiva da música, Roma Schleine. A criança é Ray, uma menina precoce e ansiosa de 8 anos "quase chegando aos 40", obcecada por germes e com mania de perfeição. Distante emocionalmente da mãe, Ray foi criada por babás, sem qualquer estabilidade. Por isso tenta controlar tudo que pode. Molly nunca precisou ter responsabilidade, enquanto Ray carrega o peso do mundo. Uma vai ensinar à outra como se comportar de acordo com a própria idade.

Quando acreditamos ter levado uma rasteira da vida, alguma coisa muito boa sempre acontece. “Toda história tem um final. Mas na vida todo final é apenas um novo começo”. As coisas estão sempre acontecendo, a vida está ai para ser enfrentada, os desafios acontecem e precisamos ter coragem. Temos muito pra ensinar, muito a oferecer e sempre tem alguém precisando de nossa ajuda, assim como estamos sempre precisando da ajuda de alguém. Não importa a idade que temos, são 10 ou 100 o importante é está sempre em busca da felicidade.
Os desafios existem para serem superados.....

quarta-feira, 16 de abril de 2008


Quero sempre mais e mais...

Mais Saúde, Amor, Amizades, Carinho...

Busco sempre mais e mais...

Para que amanhã eu seja melhor do que fui hoje...

terça-feira, 15 de abril de 2008


Deixe-me aqui com minhas bobagens...

“Diário de quem não tem o muito que contar”.

As pessoas sempre me perguntam, - Hei Mary, me conta alguma novidade?
Eu sempre respondo – Oi, está tudo ótimo e sem novidades.
Sempre ficam as interrogações no ar. O que considero novidade, nunca são novidades, são repetições de situações. Novidade mesmo vai ser quando eu ganhar os milhões acumulados da mega-sena, ou quando me chamarem pra edição 9 do BBB, isso sim, será uma grande novidade. Até então, nada que considero uma grande novidade. Continuo usando o mesmo shampoo (será que escrevi certo?), pegando o mesmo ônibus, usando o mesmo óculos, sorrindo das mesmas piadas, comendo os mesmos sanduíches na cantina da faculdade, pintando as unhas com a mesma cor de esmalte, usando o mesmo shot velho, ouvindo os mesmos cds, vendo dvds repetidos, andando pelas mesmas ruas, sentada na mesma calçada, dançando os mesmos ritmos....

. Agora é só esperar.
Ou mudar o rumo da história ..?. Mudar a marca do shampoo, andar a pés ao invés de ônibus, aposentar os óculos, mudar a cor do esmalte, sentar na calçada do vizinho... + ... .

Acho que estamos encontrando futuras historias pro diário....

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Estou com dor na cabeça de tanto pensar...

Pensar no NADA, pensar no TUDO, pensar no ONTEM, no HOJE, no AMANHÃ.

PENSAR... PENSAR... E PENAR DE TANTO PENSAR.

Queria passar uma borracha em etapas de minha vida, pelo menos por enquanto, enquanto a tempestade teima em não passar. Quero viver em paz os últimos dias de minha vida. Quero ser feliz pelos últimos momentos de minha vida. Quero esquecer antes dos últimos momentos de minha vida...

...



.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Há alguns dias não consigo escrever uma frase se quer... Frases mal feitas como são do meu costume, viajo em pensamentos, com histórias “mirabolantes” mais não consigo colocar nada no papel... Como se as idéias não fizessem muito sentido, como se as palavras não valessem muito a pena...

Ainda espero algo surpreendente acontecer, algo animador..As ultimas noticias não parecem muito legais...há tenho sim uma noticia a dar um dia desses fui assaltada, mais como isso acontece em todos os lugares a todos os instantes, nem me senti no direito de ficar abalada...

Às vezes fico assistindo a vida passar, e como passa depressa.. já estamos no meio do ano, acho que a ultima vez que escrevi alguma coisa aqui, foi bem no inicio de 2008, talvez escrevi sobre planos, sobre sonhos, sobre as pretensões pro ano que ali se iniciava....Até agora nada aconteceu, como dizem – A esperança é a ultima que morre- se é a ultima um dia morre.

Assim vou seguindo, olhando pela janela as coisas passarem, coisas boas, coisas ruins... Vão passando, vão passando, vão passando... Só não me perguntem até quando.


.
Meu
Passado
Me
Condena
A
Cada
Instante

!!!

sábado, 26 de janeiro de 2008

Tá fazendo falta...

Engraçado, mais todos os dias quando acordo tenho a impressão que me falta alguma coisa, olho ao lado aparentemente tudo continua no lugar, olho as gavetas continuam intacta, mais essa impressão de que falta alguma coisa é tão constante tão presente e tão certa, que sei que me falta alguma coisa, mais o que será?
Passo horas e horas observando, olhando tudo que me parece incomum pra achar pistas sobre a tal falta que me impressiona, mais tudo parece ser em vão... Talvez essa falta que tanto me machuca seja a falta de mim mesma, a minha falta de aceitação, a minha falta de amor próprio, a minha falta de carinho comigo mesma...
Essa sensação de falta e de perda, que me causa uma dor, que consome as vezes a minha paz, a minha tranqüilidade que me causa desanimo e tristeza ao mesmo tempo que me leva a não compreender os meus sentidos as minhas duvidas, tudo se torna tão confuso tão diferente, tão estranho que chego a querer desistir de mim, dessa vida com tantas faltas e tantas confusões..
Além de querer entender essas faltas, queria me entender, queria ter paz na minha alma, no meu coração na minha vida...

É tudo tão sem sentindo claro, objetivo que nem mesmo sei explicar cada significação cada parte de mim....

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Será possível morrer de amor?

Desde quando me entendo por “gente” sempre escuto comentários sobre o morrer de amor, sempre me indaguei se isso seria possível. Mas e os romances de Shakespeare, o qual sempre ouvia falar do casal apaixonado que morreu por amo... Na era da comunicação, onde em todo e qualquer momento poderemos encontrar a pessoa da nossa vida, também pode ser a era das desilusões dos amores não correspondidos, das traições, medos, duvidas. Amar, confiar se entregar está cada vez mais difícil, e aquele romantismo que sempre vemos em novelas de épocas, em filmes parece que desapareceu com um passe de mágica.
Mas a duvida é, será possível morrer de amor?
O que mata não é amor, são as conseqüências desse amor ( mais isso é obvio), o que mata, a insegurança, o medo de perder, a duvida, a rejeição a falta de amor próprio a baixa estima, a solidão. O que mata é está cercada de pessoas e sentir a dor de está sozinha, é querer dar e receber carinho sem ter a pessoa a qual queremos tanto compartilhar...
Há o amor...
Como diz a frase ( O amor é ferida que dói e não se sente).
Talvez por isso a duvida, podemos ou não morrer de amor?

sábado, 5 de janeiro de 2008

Um novo ciclo...

No meio a tanta confusão deixei esse cantinho um pouco de lado, os pensamentos fluem, as duvidas aparecem, se vão alguns medos e novos surgem, na verdade a grande questão e entender quem realmente sou o que realmente pretendo dessa minha vida...
As alegrias passageiras já não fazem sentindo, preciso de algo sólido, preciso de força pra pisar na cabeça da serpente que a todo o momento tenta tirar minha atenção do foco principal de minha existência.
Novo ciclo, novas oportunidades, uma nova chance pra ser feliz... Não posso fazer dessa oportunidade o que fiz com as outras chances, tenho que fazer tudo novo... Mais do que ajuda, preciso de coragem e paciência. Tenho que olhar além do que meus olhos possam ver, tenho que jogar fora esse coração e cultivar um coração novo...
Ano novos planos... Força renovada, comodismo de lado e vamos à luta.

Quando esse novo ciclo chegar ao fim... Quero ter alcançado todos os planos e metas impostas nesse inicio, e se não conseguir-los pelo menos tenho sentindo o gostinho de ter tentado...