sábado, 19 de abril de 2008

".... Grandes meninas, pequenas mulheres..."

Andando entre prateleiras e mais prateleiras de filmes na locadora, deparei-me com um que já me tinha sido indicado por uma amiga, dizia ele que eu iria adorar. Como não estava muito a fim de perder tempo, e só buscava um filminho pra passar o tempo, resolvi seguir a sugestão, levei o tal filme.

Grande Menina, Pequena Mulher, Molly Gunn super popular no cenário social de Nova York. Ela é a exuberante filha de um falecido e lendário astro do rock e está no topo da lista VIP da cidade: os estilistas querem desenhar suas roupas, os rapazes querem sair com ela e sua festa de aniversário tem os convites disputados. Sua vida é uma festa o tempo todo. Porém, quando sua herança é roubada pelo contador, tudo isso acaba e Molly é forçada, pela primeira vez, a arrumar um emprego. Ajudada pela melhor amiga Ingrid pelo caçador de talentos Huey, Molly arruma em emprego como babá da filha de uma poderosa executiva da música, Roma Schleine. A criança é Ray, uma menina precoce e ansiosa de 8 anos "quase chegando aos 40", obcecada por germes e com mania de perfeição. Distante emocionalmente da mãe, Ray foi criada por babás, sem qualquer estabilidade. Por isso tenta controlar tudo que pode. Molly nunca precisou ter responsabilidade, enquanto Ray carrega o peso do mundo. Uma vai ensinar à outra como se comportar de acordo com a própria idade.

Quando acreditamos ter levado uma rasteira da vida, alguma coisa muito boa sempre acontece. “Toda história tem um final. Mas na vida todo final é apenas um novo começo”. As coisas estão sempre acontecendo, a vida está ai para ser enfrentada, os desafios acontecem e precisamos ter coragem. Temos muito pra ensinar, muito a oferecer e sempre tem alguém precisando de nossa ajuda, assim como estamos sempre precisando da ajuda de alguém. Não importa a idade que temos, são 10 ou 100 o importante é está sempre em busca da felicidade.
Os desafios existem para serem superados.....

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